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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A gente sempre passa a vida esperando encontrar o grande amor, né? Fomos treinadas desde criancinhas a esperar nosso príncipe encantado e ter final feliz. Isso está em todos os meios de entretenimento. Afinal, ninguém gosta muito de ver mocinhos de filmes/novelas se darem mal, né? A gente fica junto na torcida por esse final feliz e, claro, esperando sempre que nosso final feliz chegue também.
Eu não. Eu nunca consegui me convencer de que eu fosse ter um final feliz, ou que chegasse meu príncipe encantado. Nunca quis um príncipe encantado. Eu amo desde muito cedo, sou uma promessa de fracasso amoroso em 98% dos relacionamentos que eu começo. Mas eu sempre achei muito difícil encontrar esses 2% por aí. Fala sério, as chances são mínimas, quem iria crer conseguir uma sorte tão grade dessas?

Nunca pude imaginar ser essa sortuda.

Eu me apaixonei por dezenas de meninas até hoje. Até alguns meninos também. Coleciona cartinhas que recebia no colégio, fazia de tudo pra conquistar um coraçãozinho novo e depois dar no pé. Até que comecei a cruzar com gente muito mais forte e mais madura que eu, e aí quem passou a se dar mal nessas histórias fui eu. Consegui ser a maior trouxa que já vi em questões amorosas. Colecionava agora decepções, uma atrás da outra. E foi aí que comecei a desistir do amor. Pensei mesmo que nunca fosse achar meu equilíbrio, e que essa tal coisa de amor não fosse então chegar pra mim. Esses 2% de ser feliz de verdade em relacionamentos não ia chegar, sabe? Pra mim, já estava posto.

Assim, por todos esses motivos, quando comecei a sair com você eu pensei, mesmo que por breve instantes, que você fosse só mais uma daquelas meninas que não iria dar em nada e aí eu lembrei que em todas as outras eu encontrava um defeito. Um defeito de não ter um encaixe comigo. Um defeito que eu não conseguia ignorar em todas as outras meninas e é um defeito que você não tem.

Pelo contrário, você é aquele encaixe perfeito. Aquela pecinha que estava faltando, que eu nunca poderia imaginar que fosse dar tão certo. (eu que sempre odiei esses clichês, estava ali falando de "encaixe perfeito" e já já partindo pro "metade da minha laranja")
Aquelas outras meninas tinham todas os mesmos defeitos: de não ser como a menina que faltava eu encontrar. Faltava muito para aquelas outras meninas todas iguais serem como você. O seu carinho, seu jeito de cuidar. Sua disposição, sua alegria, até suas rabugices. Seu cabelo bagunçado pela manhã, seus olhos pequenos antes de um cochilo. Seu carinho correndo meus braços, suas mãos abraçando as minhas, seus olhos presos grudados aos meus. Seu cheiro gostoso de limão, seu gosto doce feito manga. Eu sou realmente aquela mulher de sorte que eu tanto sonhava em ser.

Você é os meus 2% que estava faltando. Você veio pra dar certo na minha vida e eu percebi isso no mesmo instante em que te abracei pela primeira vez. E depois ficava me forçando a não enxergar todos os claros sinais que a vida me gritava "É ESSA, É ESSA!" Mas nenhum desses sinais foi mais forte do que isso aqui que eu sinto por você. Aqui batendo em mim tem sempre uma saudade, 3 oceanos inteiros de felicidade, um amor que voa livre pelo céu inteiro e fica aqui bem em paz nos nossos braços. Seu sorriso traz toda a cor pros meus olhos. Sua presença traz luz pra minha vida, ilumina cada passo que dou.
Até mesmo te olhar dormindo ao meu lado enquanto eu derramo todas essas palavras falando sobre você faz do meu dia mais feliz.



Você me fez mudar de ideia. Vc me fez querer viver cada vez mais, tentar viver pra sempre, porque nunca será tempo suficiente junto pra nunca mais sentir saudade.


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Vou contar pra vocês uma história de uma pessoa muito doida, que eu ouvi por aí e, por questões de segurança, resolvi compartilhar com vocês.
Era uma vez uma menina chamada Maria. Ela era muito amiga, por alguns anos, de uma outra menina chamada Claudia. De repente, sem conseguir explicar como e quando, Maria se percebeu completamente apaixonada pela amiga Claudia, que estava namorando uma outra. Tanto fez, tanto insistiu que, então, Maria conseguiu a atenção de Claudia e assim, as duas iniciaram um namoro.
As duas viviam um namoro que parecia perfeito, de novela mesmo, até que Maria conhece Camilla e as duas, quanto mais se falavam, mais se envolviam e mais se apaixonavam. Em questões de dias, Maria e Camilla já estavam completamente envolvidas e loucas uma pela outra, até que Camilla termina seu longo relacionamento estável com Marcello, para que pudesse ficar com Maria, acreditando que esta iria largar a Claudia por ela.
Para a tristeza e angústia de Camilla, isso não aconteceu. Durante meses e meses, Maria fazia apanhados de promessas, nas quais Camilla acreditava fielmente que Maria iria cumprir. Acreditava que uma hora ou outra, o dia delas chegaria. Tinha dias em que Camilla se revoltava com essa situação toda, e colocava um basta na relação conflituosa com Maria, mas acaba sempre voltando atrás por amar demais Maria, e doía muito mais ficar sem ela, do que se sujeitar à essa situação a qual passava. Camilla recebia muita crítica por parte de seus amigos, os quais a alertavam que Maria não era seu par ideal, e que Camilla precisava esquecer e superar.
Esse relacionamento turbulento e cheio de conflitos, se iniciou em outubro de 2009 e depois de muitas brigas, arrependimentos, idas e vindas, chegou ao fim por definitivo em março de 2011.
Durante todo esse tempo, Maria sentia um ciúmes fora do comum de Camilla e suas amigas, enquanto mesmo assim, tinha um relacionamento sério com Claudia. Dentro dessa situação, Maria se matava de ciúmes da, também com esse nome, Cláudia, uma ex namoradinha da Camilla, a qual estava sempre por perto na condição de amiga, mesmo morando em uma cidade distante. Alguns acreditam que esse ciúme doentio da amizade de Camilla com a ex Cláudia, seria por esta ser a ex que Camilla mais se dava bem. Outros dizem que o ciúmes de Maria era pura culpa.
O relacionamento entre Camilla e Maria se findou, ao que se parece, pelo desgaste, já que Camilla se cansou de tantas promessas vazias de Maria que, mesmo depois de ter terminado o namoro com Claudia, ainda não assumia seu relacionamento com Camilla e a tratava de uma maneira diferente.
Após o fim do triângulo amoroso, e depois de ter feito o papel de idiota muitas vezes por ter que aguentar muita mentira e promessas não cumpridas por Maria, Camilla se viu novamente como a mais idiota do mundo: descobriu ainda, como alguns dizem que ela já desconfiava, que Maria tinha ainda um terceiro namorado, o Antônio. Esse era um rapaz muito bonito e simpático, que encantara Maria por sua doçura e simplicidade. Maria e Antônio trabalhavam na mesma empresa, mas isso não os impediu de quebrar regras e protocolos e seguir em um relacionamento às escondidas, por meses a fio, ao longo de 2010.
O namorico de Maria e Antônio terminou quando ela descobriu que Antônio também mantinha um relacionamento com outra colega da mesma empresa, Milena, muito amiga de Maria.
Essa história eu ouvi falar, me contaram em alguma mesa de bar. e eu fiquei chocada com o jeito o qual Maria agia, de maneira dissimulada e hipócrita. Fiquei mais chocada ainda por Camilla e Claudia serem tão idiotas ao ponto de serem enganas tanto tempo por essa pessoa que, ao que tudo indica, possui fortes distúrbios mentais.
Precisamos iniciar uma campanha para que, pessoas desse tipo, mereçam o tratamento adequado, ou que se isolem do convívio social. Fortes distúrbios psiquiátricos desse nível, exige que o paciente seja isolado da sociedade, por ser considerado um grande risco à mesma.
Devemos ressaltar que esse é um caso atípico e isolado. Qualquer semelhança com fatos reais ou com nome de pessoas reais, é mera coincidência.
O que vocês concluem dessa história? Qual lição vocês levaram?
Pensem nisso e me mandem um email.
Beijos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Politicagem



Durante um longo papo com minha amiga Lud sobre política, percebi que muita gente (e quando eu digo muita, quero dizer cerca de 80% da população brasileira) não sabe o que é política e atribui isso a tudo o que tiver a ver com eleições e partidos políticos. Ok, isso também é política, mas com isso, esquecemos a essência fundamental disso tudo: Os estudos das relações humanas desde os seus primórdios.



Tudo bem que os estudos das ciências sociais só começaram a partir do início do século XIX, mas a política existe há muitos anos e até na Grécia Antiga já se fazia política.

Ao contrário do que muita gente pensa, a política é um sistema de estudo e vínculo de todas as relações que temos e em suma das relações humanas.


Aquele boyzinho do 3o ano do colégio que se promove para ser o mais popular entre as meninas - isso é política. Aquela barganha na feira quando você vai fazer as compras da semana, pesquisando qual banca tem o vegetal mais fresquinho e barato - isso é política. Aquela discussão de que o cachorro do vizinho atrapalha você à noite e que o seu condomínio deve adotar regras de convivência entre os moradores - isso também é política.



Isso porque eu estou tentando ser concisa e falar por alto, para que não fique um texto longo e cansativo.

Não estou aqui para defender a esquerda nem muito menos a direita. Mas queria deixar claro que aquela visão de que qualquer político esquerdista quando chega ao poder se torna um representante da direita é um clássico exemplo de uma opinião rasa e superficial da típica pessoa que junta um apanhado de manchetes da revista Veja para formular alguma opinião sobre determinado assunto que não tem o mínimo de conhecimento.


Há de se concordar que muitos esquerdistas ao alcançarem o poder adotaram uma política contrária à qual propunham, mas com isso não podemos rotular como padrão histórico mundial. Há diferentes comportamentos de acordo com o meio em que se vive e de acordo com a interação dos atores que fazem parte desse meio.


Já quando o assunto é a essência humana, podemos dizer friamente que ela é egoísta. Todos já nascemos pensando em nós mesmos e na nossa própria sobrevivência e, isso também se reflete na política. O extinto humano - aliás, de todo ser vivo - é essencialmente o de luta entre seus semelhantes. Como já dizia Darwin, só os mais fortes sobrevivem ao meio e às disputas proporcionadas a estes. Aquele papinho de vamos amai-vos uns aos outros como irmãos, muitas vezes não funciona na prática, já que a maioria de nós já descobriu que somos egoístas por natureza e essência. Porém, não deixe que essa perspectiva te alinhe aos demais egoístas. Sempre há tempo de fazer diferente e pensar, sobretudo entender, a dor do próximo. A empatia, pouco usada dentro de nossa sociedade, merece um espaço maior em nosso dia-a-dia. Merece um destaque cada vez maior, uma posição consolidada somente dela, onde a faça brilhar e ser um dos sentimentos mais frequentes dentro de nós.


A fuga ao tema faz-se necessária quando o autor tem algum desabafo preso à garganta, perdoe essa que vos escreve.

Em suma, o que eu precisava escrever e ressaltar sobre política,  é que venho percebendo que muita gente tem uma visão muito simples e pré-conceituosa sobre a política, algo tão fundamental em nossas vidas. Algo que está conosco no nosso dia-a-dia e muita gente nem se dá conta. 



A melhor parte do assunto Política é, ainda, sem dúvida a parte acadêmica, suas origens e grandes debates filosóficos a respeito. Nesse campo, podemos encontrar gigantes como Kant, Wendt e Keohane nos presenteando com obras incríveis e nos fazendo pensar sobre qual teoria se aplica à ordem mundial e qual explicaria melhor o meio em que vivemos. Esse tipo de arquivo acadêmico acredito que pouca gente tenha conhecimento e acesso, mas não custa nada ressaltar que os grandes debates da política não está n
o Jornal Nacional em épocas de eleições mas, sim, dentro de livros maravilhosos sobre a complexidade das ciências sociais as quais fazemos parte.


O intuito desse texto é despertar no mínimo, uma pequena curiosidade a respeito para que possamos difundir um assunto tão relevante. O pouco que a curiosidade pode trazer já é o bastante para dar início à uma grande jornada de leitura acerca do assunto.

Que seja uma excelente e leve jornada!



terça-feira, 27 de julho de 2010


Eu ia começar a primeira postagem falando de alguma coisa atual.
Mas aí um amigo me fala "Ceci, mas você já fala mal de tanta coisa!". Pois é, quem me acompanha no twitter sabe que por lá eu tenho bastante coisa pra falar e reclamar, mas aí eu ia acabar parecendo muito ranzinza.

Mas na boa... como ficar sem falar mal de alguma coisa no atual momento que estamos?
Em época de Eleições, picuinhas infinitas entre os candidatos e o povo só quer falar sobre futebol, Edson Celulari, Restart, goleiro Bruno e filho de Cissa Guimarães!

Para estar sempre atualizado e de olho no que rola no mundo, vale se conectar em todas as mídias que estiverem ao nosso alcance e com isso, formularmos algum tipo de opinião, tanto positiva quanto negativa. Mas, convenhamos que nossas mídias estão quase todas moldadas a falar sempre os mesmos assuntos em quaisquer veículos que nos conectamos.

Aqui, é claro, vou reclamar de algumas coisas, colocar minha opinião nua e crua e também coisas boas legais de divulgar, como a minha próxima viagem ao Uruguai com uma amiga. Mochilão nas costas e câmeras em punho, eu e Marry iremos nos aventurar por terras uruguaias e postar aqui tudo que vier ao nosso caminho.




Montevidéo

Enquanto a viagem não chega, aqui vai ficar um pouco de mim, do que penso e do que acho que deveria ser mudado. Vocês podem concordar ou não e é pra isso que os comentários estarão abertos.

No próximo post eu vou colocar aqui um pouco sobre Buenos Aires, minha grande paixão latina, seus prós e contras, que lugar ficar, onde comprar e etc. Estou fazendo um apanhadinho de coisas para postar.